Assunção – PALAVRA – Lucas 1:39-56 39

Correio do Pantanal

15 ago 2019 às 15:04 hs
Assunção – PALAVRA – Lucas 1:39-56 39

Assunção – PALAVRA – Lucas 1:39-56 39E, naqueles dias, levantando-se Maria, foi apressada às montanhas, a uma cidade de Judá, 40E entrou em casa de Zacarias, e saudou a Isabel. 41E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo. 42E exclamou com grande voz, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre. 43E de onde me provém isto a mim, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor? 44Pois eis que, ao chegar aos meus ouvidos a voz da tua saudação, a criancinha saltou de alegria no meu ventre. 45Bem-aventurada a que creu, pois hão de cumprir-se as coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas. 46Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, 47E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador; 48Porque atentou na baixeza de sua serva; Pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49Porque me fez grandes coisas o Poderoso; E santo é seu nome. 50E a sua misericórdia é de geração em geração Sobre os que o temem. 51Com o seu braço agiu valorosamente; Dissipou os soberbos no pensamento de seus corações. 52Depôs dos tronos os poderosos, E elevou os humildes. 53Encheu de bens os famintos, E despediu vazios os ricos. 54Auxiliou a Israel seu servo, Recordando-se da sua misericórdia; 55Como falou a nossos pais, Para com Abraão e a sua posteridade, para sempre. 56E Maria ficou com ela quase três meses, e depois voltou para sua casa. MENSAGEM – Neste domingo celebramos a Solenidade da ASSUNÇÃO.

Lembramos que Maria, quando “adormeceu” no Senhor, foi elevada ao céu em corpo e alma. Seu corpo não sofreu a corrupção, consequência do pecado original, que ela não teve. Embora seja uma verdade aceita pela Igreja desde o início, ela foi oficialmente declarada como Verdade de fé, apenas no dia primeiro de novembro de 1950, pelo papa Pio XII. É um dos quatro dogmas marianos. Maria, Mãe de Deus; Perpétua Virgindade de Maria, a Imaculada Conceição e a Assunção de Maria. O Papa Pio XII, sob a inspiração do Espírito Santo, depois de consultar todos os bispos da Igreja Católica  e escutar o sentimento dos fiéis, definiu solenemente, com sua suprema autoridade apostólica, o dogma da Assunção de Maria, na Constituição “Munificentissimus Deus”: “Depois elevar a Deus muitas e repetidas orações e invocar a luz do Espírito da Verdade, para a glória de Deus Todo-Poderoso, que deu à Virgem Maria a sua peculiar benevolência; para honra de seu Filho,

Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta mãe e para a alegria e felicidade de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos apóstolos Pedro e Paulo e nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o percurso de sua vida terrestre, foi elevada em corpo e alma à glória do céu “. Qual é o fundamento para este dogma? O Papa apresentou várias razões fundamentais para a definição do dogma: 1 – A imunidade de Maria de todo o pecado: A decomposição do corpo é consequência do pecado, e como Maria, foi isenta de todo o pecado, então ela estava livre da lei universal da corrupção, podendo então entrar imediatamente, corpo e alma, na glória do céu. 2 – Sua Maternidade Divina: Como o corpo de Cristo se tinha formado do corpo de Maria, era conveniente que o corpo de Maria participasse da sorte do corpo de Cristo. Ela concebeu Jesus, deu à luz, o alimentou e o estreitou em seu peito. Não podemos imaginar que Jesus iria permitir que o corpo, que lhe deu vida, chegasse à corrupção. 3-Sua Virgindade Perpétua: Como seu corpo foi preservado na integridade virginal, era conveniente que depois da morte não sofresse a corrupção.

4-Sua participação na obra redentora de Cristo: Maria, a Mãe do Redentor, por sua íntima participação na obra redentora de seu Filho, depois de ter terminado o percurso de sua vida na terra, recebeu o fruto pleno da redenção, que é a glorificação do corpo e da alma. Assunção é a vitória de Deus confirmada em Maria e assegurada a nós. Assunção é um sinal e uma promessa da glória que nos espera quando no fim do mundo, nossos corpos ressuscitarão e se união com nossas almas. As Leituras ajudam a aprofundar o sentido da festa de hoje: A 1ª Leitura Maria é imagem da Igreja (novo Israel). Como Maria, a Igreja gera na dor um mundo novo. E como Maria, participa na vitória de Cristo sobre o Mal. Na 2ª Leitura, Maria Nova Eva: Novo Adão, Jesus faz da Virgem Maria uma nova Eva. No Evangelho, Isabel proclama Maria bem-aventurada. (Lc 1,39-56) Pela Visitação, na Judéia, Maria levava Jesus pelos caminhos da terra. Pela “Dormição” e pela Assunção, é Jesus que leva a sua mãe pelos caminhos celestes, para o templo eterno, para uma Visitação definitiva. “Bem-aventurados és tu porque acreditaste…” É a primeira bem-aventurança no evangelho de Lucas… Maria é bem-aventurada não porque viu, mas porque ACREDITOU na Palavra do Senhor. Nesta festa, Maria nos ensina um tríplice segredo: O segredo da FÉ: “Eis aqui a serva do Senhor”. O segredo da ESPERANÇA: “Nada é impossível para Deus”. O segredo da CARIDADE: “Maria pôs-se a caminho…” Alegremo-nos pela glorificação de Maria e pela ESPERANÇA de nossa própria Glorificação. Um dia poderemos estar lá, onde ela já está… No dia dedicado aos “RELIGIOSOS”, Maria é apresentada como Modelo de pessoa consagrada e um “Sinal” de Deus no mundo de hoje. Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa – 18.08.2019

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