Preço do gás de cozinha chega a R$ 124 em Mato Grosso do Sul

Correio do Pantanal

2 nov 2021 às 01:05 hs
Preço do gás de cozinha chega a R$ 124 em Mato Grosso do Sul

O gás de cozinha vendido em Mato Grosso do Sul já chega a R$ 124, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O valor máximo foi encontrado em Dourados. No município, o menor valor foi de R$ 95. O preço médio fica em R$ 106,34.

Em seguida está Campo Grande, com o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) a R$ 107 no estabelecimento Eltheron Flores Nogueira e a R$ 89,50 no Auto Posto Referência Ltda.

O valor médio na Capital é de R$ 97,03. Neste caso, a variação encontrada entre uma revendedora e outra chegou a 19,55%.

Ainda conforme levantamento da ANP, em Três Lagoas, o preço varia de R$ 100 a R$ 105, com preço médio de R$ 102,14. A diferença de preço é de 5%.

No Estado, o menor preço foi encontrado em Ponta Porã, sendo comercializado entre R$ 95 a R$ 98 (3,16%).

No dia 9 de outubro, o gás de cozinha sofreu mais um reajuste. O preço médio saiu de R$ 3,60 para R$ 3,86 por quilo (7,22%), o que equivale a R$ 50,15 por botijão de 13 quilos.

No dia 9 de outubro, o gás de cozinha sofreu mais um reajuste. O preço médio saiu de R$ 3,60 para R$ 3,86 por quilo (7,22%), o que equivale a R$ 50,15 por botijão de 13 quilos.

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás da Região Centro-Oeste (Sinergás), Zenildo Dias do Vale, a venda do gás caiu mais de 20% no Brasil.  

“Quem vendia 15 por dia, está vendendo 7, por exemplo. As pessoas estão buscando dividir entre energia e o gás, entre o microondas e o gás”, explicou.

Ainda de acordo com o presidente do Sinergás, até o fim do ano deve ter mais dois ou três aumentos do botijão.

GÁS NATURAL

Segundo informações da Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul (MSGÁS), a economia que o gás natural oferece frente ao Gás Liquefeito de Petróleo é de até 30%, se tornando mais competitivo.

A MSGÁS conta com uma rede de distribuição de gás canalizado de mais de 200 quilômetros em várias regiões de Campo Grande, e já trabalha em planos de expansão para ampliar o número de unidades consumidoras.

Correio do Estado MS – Izabela Cavalcanti 

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