Família mais rica do mundo enriquece a quatro milhões de dólares por hora
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Correio do Pantanal

20 ago 2019 às 05:35 hs
Família mais rica do mundo enriquece a quatro milhões de dólares por hora

No total, as 25 famílias mais ricas do mundo têm uma fortuna avaliada em em 1,4 biliões de dólares. Donos da cadeia Walmart são os líderes

A Bloomberg fez as contas. Desde o último boletim de riqueza que publicou, em junho do ano passado, no seu ranking das famílias mais ricas do mundo, que a fortuna dos Walton – no topo da tabela – cresceu 39 mil milhões de dólares, para os 191 mil milhões que o clã, dono da cadeia norte-americana Walmart, detém atualmente.

Os últimos números do império Walton mostram que, em 2018, as vendas das suas 11 mil lojas atingiram os 514 mil milhões de dólares. A família enriquece a um ritmo alucinante: 100 milhões por dia, quatro milhões por hora, 70 mil dólares a cada minuto. O contraste com o que ganha cada empregado da cadeia Walmart – cerca de 11 dólares à hora – é flagrante.

Mas os Walton não estão sozinhos. O segundo lugar da tabela deste ano é ocupado pela família Mars, dona das barras de chocolate com o mesmo nome e dos famosos M&Ms. O clã tem uma fortuna avaliada em 126,5 mil milhões de dólares, tendo somado este ano 37 mil milhões em relação a 2018. O terceiro posto é ocupado pela família Kochs, dona de um império industrial com o mesmo nome, que acrescentou 26 mil milhões de dólares à sua riqueza, valendo atualmente 125 mil milhões.

A tabela tem também famílias oriundas de outras partes do mundo, como os irmãos franceses Wertheimer, donos da Chanel, ou a família italiana Ferrero, cujo império de chocolate detém a famosa marca Nutella. Uma novidade é a entrada, para o quarto posto, da família real da Arábia Saudita, com uma fortuna de 100 mil milhões de dólares, donos da empresa de petróleo Saudi Aramco. A companhia é a mais lucrativa do mundo e a maior fonte de sustento do país.

No total, as 25 famílias mais ricas do mundo têm uma fortuna avaliada em em 1,4 biliões de dólares, um valor 24% superior ao do ano passado, quando detinham menos 250 mil milhões de dólares do que atualmente. Ainda assim, a Bloomberg refere a pouca exatidão da tabela, uma vez que há famílias cuja vastidão de bens é difícil de avaliar, como os Rothschilds ou os Rockefellers.

Marta Velho é jornalista do Dinheiro Vivo

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