Estados nordestinos correm para evitar impacto das manchas de petróleo no turismo

Correio do Pantanal

11 out 2019 às 19:40 hs
Estados nordestinos correm para evitar impacto das manchas de petróleo no turismo

Por Raíssa FrançaDe Maceió para BBC News Brasil

Prefeitura pagou diárias para que pessoas retirassem as pastas de óleo do Pontal do Peba, em Alagoas
Image captionPrefeitura pagou diárias para que pessoas retirassem a pasta de óleo do Pontal do Peba, em Alagoas

A chegada de manchas de petróleo a dezenas de praias do Nordeste trouxe não só prejuízos ambientais, mas uma ameaça ao turismo justo na época do ano em que começa a crescer o número de visitantes. Muitas cidades da região têm no turismo a principal fonte de receitas.

Para evitar a perda de turistas, gestores públicos, guias turísticos, empresários e comerciantes se lançaram para tentar minimizar os impactos da imagem negativa causada pelo vazamento e conter as desistências. Mesmo assim, os efeitos já são sentidos, segundo integrantes do setor.

Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostram que somente em agosto o turismo rendeu ao Nordeste R$ 2,4 bilhões. Foram R$ 29,1 bilhões em 2018.

Queda em Alagoas

Em Alagoas, o comerciante Paulo Silva, que tem uma barraca na praia do Francês, em Marechal Deodoro, disse que na semana passada o número de banhistas já diminuiu devido ao óleo.

“Nós sentimos demais a diferença. O Francês é uma praia movimentada e percebemos uma queda de pelo menos 20% do público. Mas, como as manchas desapareceram esta semana, as pessoas voltaram a frequentar, ainda bem.”nullTalvez também te interesse

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