Apesar de irregular, venda de casas populares é comum na capital: ‘Quem comprar vai cair numa cilada’
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Correio do Pantanal

20 ago 2019 às 06:22 hs
Apesar de irregular, venda de casas populares é comum na capital: ‘Quem comprar vai cair numa cilada’

Denúncias podem ser feitas na Agência Municipal de Habitação (Emha) ou diretamente na polícia.

Por G1 MS e TV Morena

Apesar de irregular, venda de casas populares é comum na internetMSTV 1ª Edição – Campo Grande–:–/–:–

Apesar de irregular, venda de casas populares é comum na internet

Apesar de irregular, venda de casas populares é comum na internet

Um morador, cuja a identidade foi preservada, denunciou a venda de unidades populares em Campo Grande. Segundo ele, a prática é comum e as ofertas são diversas em sites de compra e venda.

“ A gente dá uma procurada em sites de venda na internet e não difícil achar, é fácil, pessoas que não necessitam daquilo e pegam para vender. Eu até liguei para um que pediu R$ 26 mil e falou que não havia problema, e que até o final do ano sairia carta de quitação”, explicou o homem.

A produção da TV Morena entrou em contato com um desses vendedores e comprovou a gama de ofertas. Em uma das conversas uma mulher explica como seria o negócio:

“Sim, é no jardim Carioca. Eu sou a segunda dona, eu tenho toda a documentação, tudo certinho. Falta 60 parcelas de R$ 90 e já foram pagas 60, e é 120 meses. É casa da Caixa da Emha, você vai assumir continuar pagando”

A Agência Municipal de Habitação (Emha) informou que a venda de unidades populares é irregular. “Todas as denuncias que chegam até a gente nos delegados uma equipe que vai até a unidade habitacional, quando são da agência nos adotados as medidas de notificação de acordo com a lei para proceder a reintegração de posse” disse Eneas Netto, diretor da Emha.

A denúncias também podem ser feitas diretamente à polícia. “ Nós chamamos a atenção das vítimas para tomarem muito cuidado, porque qualquer grande vantagem você tem que comparecer na polícia ou na própria Ehma para esclarecer o golpe, e se caracterizar um, a polícia entra […] se a pessoa fazer contrato de gaveta a pessoa está cometendo estelionato, a pessoa que comprar vai cair numa cilada e vai ter que devolver a residência” comentou o delegado, Enilton Zalla.

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