Trump divulga foto do cão “que capturou e matou” líder do Estado Islâmico
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Correio do Pantanal

29 out 2019 às 07:38 hs
Trump divulga foto do cão “que capturou e matou” líder do Estado Islâmico

Trump divulga foto do cão “que capturou e matou” líder do Estado Islâmico

O presidente dos EUA, Donald Trump, usou o Twitter para mostrar a foto do cão que ajudou a “capturar e matar” o líder do Estado Islâmico Abu Bakr al-Baghdadi.

Donald Trump já tinha referido o papel de um canino na missão de captura que terminou com a morte do líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, no sábado.

Esta segunda-feira, o presidente dos EUA usou o Twitter para mostrar uma fotografia do animal. “Desclassificamos a foto de um cão maravilhoso (nome continua secreto) que fez um GRANDE trabalho em capturar e matar o líder do ISIS, Abu Bakr al-Baghdadi”, escreveu o presidente dos EUA.

Donald J. Trump@realDonaldTrump

We have declassified a picture of the wonderful dog (name not declassified) that did such a GREAT JOB in capturing and killing the Leader of ISIS, Abu Bakr al-Baghdadi!

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440K4:02 PM – Oct 28, 2019Twitter Ads info and privacy147K people are talking about this

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, domingo, a morte do líder do grupo extremista Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, numa operação militar norte-americana no noroeste da Síria.

Trump disse que o líder do grupo jiadista se escondeu num túnel durante a operação militar e detonou um colete de explosivos, o que lhe provocou a morte, bem como a três dos seus filhos.

“Morreu como um cão”, disse Trump. “Morreu como um cobarde, a fugir e a chorar”.

Segundo Trump, um “grande número” de combatentes do Estado Islâmico morreu na operação.

No sábado à noite, Donald Trump tinha anunciado no Twitter que “algo muito importante acabou de acontecer!”, sem dizer o quê. Nas declarações que fez no domingo, Trump agradeceu à Rússia, à Turquia, à Síria, ao Iraque e aos curdos.

A organização não-governamental Observatório Sírio dos Direitos Humanos disse ter detetado no sábado à noite um ataque militar, perpetrado por um esquadrão de oito helicópteros e um avião de guerra da coligação internacional, contra posições de um grupo com ligações à al-Qaeda, o Hurras al-Deen, na zona de Barisha, no norte da cidade de Idlib, capital da província com o mesmo nome.

Segundo o Observatório, os helicópteros dispararam intensamente contra alvos do Estado Islâmico durante cerca de 120 minutos e foram visados por disparos dos jiadistas.

A ONG documentou nove mortes durante o ataque, sem confirmação de que al-Baghdadi tivesse sido um deles.

A morte de al-Baghdadi representa um êxito importante de política externa para Trump, numa altura em que o Presidente norte-americano enfrenta fortes críticas pela decisão de retirar as tropas norte-americanas do nordeste da Síria.

A retirada, argumentam muitos críticos, pode permitir ao grupo ‘jihadista’ reagrupar-se e recuperar território que tinha perdido.

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