“Eu não sou um gato”, luz ao fundo do túnel e Trump julgado

Correio do Pantanal

13 fev 2021 às 20:16 hs
“Eu não sou um gato”, luz ao fundo do túnel e Trump julgado

A semana em que Portugal assistiu à redução dos casos de covid começou com o CDS a confirmar o líder. O segundo impeachment de Trump arrancou em Washington e a internet rendeu-se ao advogado que usou um filtro de gato num julgamento. O ministro adiou os exames, mas falar de regresso às aulas presenciais é “prematuro”.Helena Tecedeiro13 Fevereiro 2021 — 07:00

"Eu não sou um gato", luz ao fundo do túnel e Trump julgado

SÁBADO

Alonga noite em que Francisco Rodrigues dos Santos resistiu

Às 04h16, depois de mais de 17 horas de reunião do Conselho Nacional do CDS/PP, Francisco Rodrigues dos Santos ficou a saber que resistira na liderança do partido. Eleito há um ano, viu-se desafiado por Adolfo Mesquita Nunes e foi a votos. A moção de confiança do líder foi aprovada por 54% dos votos. Mas se para já Mesquita Nunes garantiu que vai respeitar os resultados, tudo está longe de estar bem no partido que nas últimas legislativas elegeu apenas cinco deputados e que as sondagens dão em mínimos históricos. As autárquicas estão aí à espreita. E Adolfo Mesquita Nunes também.

DOMINGO

Barreto e a “ideia estúpida” de tentar ilegalizar o Chega

A entrevista DN/TSF teve como convidado António Barreto. E o sociólogo, escritor e antigo ministro que pôs fim às ocupações da Reforma Agrária com a Lei Barreto não escondeu as críticas à política nacional e à gestão da pandemia. Da ideia de tentar ilegalizar o Chega diz ser “estúpida e irracional”, lembrando que “a democracia é o regime de todos, incluindo os não democratas”. Na geringonça continua a não ver vantagens. “Trouxe paz social”, mais nada. Mas mesmo assim “é preferível um governo de maioria de esquerda a sério do que este arranjinho em que andamos metidos há uns anos”.

SEGUNDA-FEIRA

Luz ao fundo do túnel? Mortes por covid abaixo de 200

O fim de semana já tinha trazido uma redução no número de infeções diárias por covid-19. Mas só na segunda-feira Portugal baixou da fasquia dos 200 mortos diários. Foram 196 as mortes registadas no boletim da DGS – o valor mais baixo desde 18 de janeiro. O mesmo boletim registava ainda um recuo nos casos ativos. Uma tendência que se confirmou nos dias seguintes, levando autoridades e especialistas a começar a questionar-se sobre o momento certo para iniciar o desconfinamento.

TERÇA-FEIRA

Trump ou como ser alvo de impeachment já sem estar no cargo

"Eu não sou um gato", luz ao fundo do túnel e Trump julgado

O primeiro dia do segundo processo de destituição contra Donald Trump – é o único presidente dos EUA a ser alvo de dois impeachments – começou com um vídeo do violento assalto ao Capitólio pelos seus apoiantes a 6 de janeiro. É por incitar a essa ação que o ex-presidente volta a ser julgado no Senado, com a sua equipa de defesa a garantir que tal nem é legal, uma vez que já deixou o cargo a 20 de janeiro. O processo avançou com os votos a favor de seis republicanos, mas para a destituição seriam necessárias 17 deserções no partido do ex-presidente. Pouco provável, portanto. Mas simbólico.

QUARTA-FEIRA

Livros de volta? Marcelo quer menos barulho em casa

Novo estado de emergência – desta vez até 1 de março -, novo decreto do Presidente. E desta vez a grande novidade é: “Podem ser determinados níveis de ruído mais reduzidos em decibéis ou em certos períodos horários, nos edifícios habitacionais, de modo a não perturbar os trabalhadores em teletrabalho.” Menos barulho para deixar os vizinhos trabalhar, portanto. Resta saber como será fiscalizado. Marcelo deixa no ar o fim da proibição de venda de livros nos supermercados e exige ao governo um “plano faseado de reabertura das escolas com base em critérios objetivos e respeitando os desígnios de saúde”.

QUINTA-FEIRA

“Eu não sou um gato.” O non sense da era Zoom

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