Vítimas de escravatura sexual parecem “cadáveres vivos”

Correio do Pantanal

11 mar 2018 às 10:25 hs
Vítimas de escravatura sexual parecem “cadáveres vivos”

AP PHOTO/ROLAND WEIHRAUCH

As mulheres e crianças vítimas de violação e escravatura sexual pelo autoproclamado Estado Islâmico encontram-se “como cadáveres vivos” e com “carência de apoio”, alertou uma enviada especial da ONU no Iraque.

Os sobreviventes libertados no início do ano estão confinados a campos, disse Pramila Patten numa conferência de imprensa, devido ao “estigma” de serem vítimas de violência sexual e estarem, por isso, ligados ao grupo terrorista.

As autoridades de Mossul já dão conta de orfanatos destinados apenas a estas crianças, muitas vezes abandonadas pelas próprias mães

Entre 9.000 e 11.000 civis morreram na batalha final para eliminar os extremistas do grupo autoproclamado Estado Islâmico (EI) de Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, revela uma investigação da agência de notícias Associated Press (AP).

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