Sem investir em UTIs, planos  ocupam vagas da rede pública

Correio do Pantanal

21 ago 2018 às 09:49 hs
Sem investir em UTIs, planos  ocupam vagas da rede pública

As maiores operadoras privadas não mantém nenhuma vaga própria de leito intensivo neonatal e pediátrico

Quando se tratam de crianças que têm entre 28 dias de vida até 12 anos de idade, a situação é ainda pior, porque os planos não mantém nenhuma vaga de UTI para esse público no Estado, recaindo a demanda, novamente, sobre a rede pública, que disponibiliza 33 leitos pediátricos. Unimed e Caixa de Assistência dos Servidores do Estado do Mato Grosso do Sul (Cassems) não têm nenhum leito próprio de UTI neonatal ou pediátrica.

“Já aconteceu de todas as vagas estarem ocupadas e o recém-nascido prematuro que precisa do leito ter que ficar aguardando em Pronto Socorro, quando vem do interior, ou no hospital onde nasceu quando já está em Campo Grande. É difícil, pois esses bebês têm estado de saúde delicado e precisam de cuidados específicos, aparelhos e ficar em assim não é ideal, é grave”, explica a médica intensivista neonatal Silvia Nakashita, responsável pela UTI Neonatal do Hospital Universitário (Humap-UFMS).

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