O FIM DO BITCOIN

Correio do Pantanal

22 dez 2017 às 20:30 hs
O FIM DO BITCOIN

Leitor Inversa,

O conteúdo a seguir pode ser ofensivo a determinadas audiências. Por isso, recomenda-se discrição na leitura.

Um grande colapso está prestes a se abater sobre o patrimônio de milhões de pessoas no Brasil e no exterior.

Com desdobramentos inevitáveis no sistema financeiro, incluindo sobre as suas economias.

Você já ouviu falar em Bitcoin? É muito provável que sim…

Afinal, não importa o que você faça ou onde vá, o assunto financeiro do momento é essa moeda digital.

É provável que você já tenha investido ou se interessado em investir nela. Ou mesmo que conheça alguém que já o faz ou que pensa em fazê-lo, depois de alardear lucros que viram na TV ou nos jornais.

Percebeu como, de repente, seus conhecidos se tornaram especialistas ou entusiastas desse novo mercado?

Quem comprou Bitcoin se vangloria, comemora eventuais ganhos e promete apostar ainda mais dinheiro nesse “ativo milagroso”, capaz de apresentar uma valorização de mais de 2 mil por cento nos últimos 12 meses.

Não por acaso, já há mais pessoas cadastradas nas corretoras de moedas digitais do que na Bolsa no Brasil.

Afinal, parece o investimento do século, não?

Entendo que algo assim é realmente difícil de ignorar… Por isso, estou aqui, para reproduzir um alerta.

Se aprendi algo nos mercados é que não existe almoço grátis. Tudo cobra seu preço no final.

Mas não sou eu quem vai dizer isso… É ninguém menos que Pedro Cerize, um dos maiores gestores de fundos do país e o homem que antecipou os últimos ciclos de supervalorização da Bolsa brasileira.

Considerado um gênio pelos maiores expoentes do mercado, ele vai mostrar a você a partir de agora, com exclusividade, os reais motivos pelos quais você não deveria nem considerar o Bitcoin como um investimento.

E muito menos chamá-lo de “moeda”.

Peço atenção, principalmente, ao último ponto do alerta do Pedro.

Ele vai mudar para sempre não apenas a forma como você enxerga as moedas digitais – como o Bitcoin –, mas também ajudará a identificar as próximas bolhas antes mesmo de elas nascerem e se desenvolverem.

O alerta do Pedro é claro…

O Bitcoin se tornou uma bolha de proporções gigantescas.

E pode transformar, a qualquer momento, os bilhões
de dólares investidos nele em meros centavos.

Como é, inclusive, a sina de todas as bolhas financeiras na história da humanidade.

O dinheiro de milhões de pessoas comuns como você viraria pó, de uma hora para outra.

Para se ter uma ideia da tempestade que se abateria imediatamente sobre os mercados, veja um dado simples…

O volume de transações em corretoras de moedas digitais no ano, só no Brasil, já passa de 1,16 bilhão de reais.

Com potencial de superar 3 bilhões de reais no País até o próximo 31 de dezembro, segundo o site que acompanha movimentações de exchanges Bitvalor.

E quando esses bilhões se tornarem pó, isso causará um impacto real no investimento de milhares de famílias.

Exigindo a reorganização de suas finanças e mudanças urgentes na alocação de seus recursos.

O Pedro vem alertando seus leitores na Inversa para esse risco desde 16 de junho deste ano, como também nas redes sociais…

Comentando cada um dos riscos para o seu bolso envolvendo o Bitcoin e o universo das moedas digitais.

Em um de seus textos sobre a “bolha”, o Pedro explica a sua tese, fazendo a alusão ao “conto do aliche”.

Nessa metáfora, dois comerciantes negociam latas de aliche, fazendo subir o preço artificialmente a cada nova transação.

Até que um deles resolve abrir uma das latas, para conferir se realmente existe algo dentro…

E descobre que, dentro, há apenas pedras, sem valor algum.

Agora, o Pedro abre “a lata de aliche do bitcoin”, e mostrando realmente o que se esconde nessa criptomoeda.

Por questão de espaço, vamos nos reservar neste texto a apresentar apenas os quatro motivos principais levantados por ele e, em seguida, liberar o acesso à tese e ao documento definitivo do Pedro sobre o Bitcoin.

Você também descobrirá em instantes como ter acesso ao documento em que ele revela o ativo capaz de sobreviver à mais dura das tempestades, preservando seu valor mesmo no colapso que está por vir.

Antes, no entanto, preciso fazer dois esclarecimentos breves, mas muito importantes.

O primeiro é que, como publicadora independente de ideias de investimento, a Inversa está aqui para mostrar a você o que julga ser importante para sua vida financeira. Publicamos vozes diferentes, de pessoas diferentes e autênticas, que podem fazer a diferença em sua vida.

Elas não necessariamente concordam entre si e muitas vezes vão debater temas importantes do momento. Recomendamos que você leia este documento até o final e assumimos aqui o compromisso de publicar também, quando julgarmos relevante, outras ideias sobre o mesmo assunto.

O segundo é que O Fim do Bitcoin, esta tese de Pedro Cerize, não significa que a moeda vai acabar.

Não necessariamente.

Significa que ela não será mais a mesma.

Não apresentará as valorizações extraordinárias que têm registrado no curto prazo.

Não terá a mesma volatilidade que a tornou atraente até agora para os especuladores.

E, sem volatilidade, ela não vale nada, não serve para nada, como você verá nas próximas linhas.

Dito isto, vamos aos fatos…

1. “O bitcoin não serve como forma de pagamento, nem moeda”

Uma moeda com código aberto, design público, sem um dono controlador e aberta a todos cidadãos…

Parece uma boa ideia, não?

Afinal, o Bitcoin representa uma utopia financeira que promete a liberdade de governos e bancos centrais – inclusive, segundo alguns de seus defensores mais radicais, sendo capaz de substituir o dólar como moeda global.

Mas nem tudo é o que parece…

Criado em 2010 pelo misterioso Satoshi Nakamoto, cuja identidade nunca foi revelada, o Bitcoin surgiu de uma ideia libertária: criar um novo sistema de pagamento e uma moeda completamente digital.

Para operar sem a necessidade de uma autoridade central ou banco.

Vamos então colocar essa hipótese a limpo…

Pois bem… Antes de pensar em dominar o mundo, o Bitcoin teria que ao menos funcionar em uma pequena comunidade, como uma base de teste para se provar realmente eficaz.

Digamos um país desesperado, consumido pelo caos econômico e inflação, como a Venezuela…

Nesse campo perfeito de prova, a moeda até está sendo vista como uma tábua salvadora pela população, fugindo do controle de um governo autoritário que controla todos os aspectos da economia.

A ponto até de o governo projetar a criação de um ativo digital, chamado Petro, lastreado pelas riquezas do país.

Mas o que aconteceria se a Venezuela decretasse o Bitcoin como moeda oficial?

A inflação do país desapareceria imediatamente, mas haveria um problema sério…

O Bitcoin, como meio de pagamento e moeda para o cotidiano, simplesmente não funcionaria.

Uma transação precisa ser confirmada seis vezes pelos mineradores, que sustentam a rede, antes de ser processada. Atualmente, por causa do boom do Bitcoin, essa rede está completamente congestionada.

O tempo de confirmação tem variado de 30 minutos até 25 horas, em casos extremos…

Isso fica muito claro no gráfico abaixo, que ilustra o tempo de processamento de transações da rede…

(Fonte: blockchain.info)

Você esperaria 30 minutos para comprar um pão na padaria?

Ou para confirmar suas compras na fila do caixa do supermercado?

No seu fundamento, uma moeda serve como unidade de conta, reserva de valor, tem divisibilidade.

E o principal: é aceita como meio de troca.

Ou seja, tanto como moeda, como forma 
de pagamento, o Bitcoin é um fracasso.

Como o Pedro revela, o problema do Bitcoin é a sua falta de estrutura e de um emissor de referência.

Se os Estados Unidos emitissem um “Dólarcoin”, aí sim…

Mas em termos de estrutura já estamos vendo, até no Brasil, dificuldades em corretoras que negociam Bitcoins.

A maior exchange do país, a Foxbit, anúnciou, no último dia 19, que suspendeu o cadastro de novas contas.

O motivo? O grande tráfego e o crescimento da demanda em sua plataforma.

Mais uma prova de que O Fim do Bitcoin está próximo…

E de que você precisa se proteger.

2. “Mineração é cara e insustentável”

Um dos aspectos mais importantes para o sucesso do Bitcoin é a mineração.

Falo do meio eletrônico pelo qual são criados os novos Bitcoins…

Para minerar é preciso de força computacional e energia para validar as transações e, assim, gerar novos ativos.

Por isso, os locais onde mais se minera no mundo oferecem energia barata, como China e Rússia.

Só que a febre do Bitcoin já levou os mineradores a um beco sem saída…

Dê só uma olhada nestas manchetes para ter uma ideia do que estou falando…

Sem contar que, quanto mais se minera o Bitcoin, mais difícil fica o processo.

Isso por causa do próprio protocolo matemático embutido em sua criação…

E que limita o número de Bitcoins a apenas 21 milhões.

Isso mesmo: há um limite.

Enquanto a eletricidade continua barata e o valor da moeda digital for alto o suficiente para cobrir os custos de produção, a mineração continuará a ser viável…

Mas, assim como em qualquer produto, seu destino será determinado pelo custo-benefício de produção.

Um exemplo simples é imaginar a exploração de petróleo na camada Pré-sal no Brasil…

Enquanto o preço do barril de petróleo estava alto, cotado a mais de 100 dólares, valia a pena todo o esforço de perfuração de grandes profundidades no meio do mar.

Mas quando o barril chegou a 30 dólares, em 2016, a viabilidade da exploração foi seriamente questionada.

Com a crescente necessidade de energia em escala global, a mineração logo se tornará inviável – o que causará o desinteresse dos mineradores –, suspenderá a manutenção da rede e derrubará o preço do ativo digital.

3. “O Establishment não está embarcando no Bitcoin”

Todos os dias circulam novas notícias dando conta de que empresas, governos e instituições financeiras estão prestes a abraçar o Bitcoin…

Afinal, do que o ativo mais precisa agora é credibilidade e reconhecimento…

Um dos fatos marcantes que impulsionou recentemente o preço do ativo digital, por exemplo, foi que a CME (Chicago Mercantile Exchange) passou a oferecer contratos futuros de Bitcoin.

O anúncio da CME, uma das maiores bolsas de operações de derivativos e opções do mundo, foi interpretado erroneamente por muitos leigos como um aval do sistema financeiro tradicional e do governo dos Estados Unidos.

Isso não é verdade: a CME é uma entidade privada e é livre para negociar o que enxerga como demanda do público.

O fato é que, apesar de serem muitas vezes promovidos como uma forma de mitigar os riscos de um determinado investimento, os contratos futuros são frequentemente usados para especulação.

[Tradução: “Contratos futuros de Bitcoin criam tanto riscos como os diminuem”
“E não mencione os contratos futuros de bulbos de tulipas!”]

Antes mesmo do início das operações na CME, o Pedro revelou a seus seguidores que o Bitcoin atingiria seu preço mais alto, porque muitos pensariam que esse seria um marco importante e positivo na cotação…

E que, nos dias seguintes, o que se veria era exatamente o contrário: uma queda acentuada no preço.

Foi exatamente o que acabou acontecendo…

O que estamos vendo na oferta da CME é apenas mais uma forma de aumentar a bolha.

Quer um exemplo de como a CME está interessada em incentivar qualquer tipo de demanda, e não a solidez de um investimento?

Pois então, aproveito para colocar na mesa neste momento os créditos de carbono

Lembra deles?

Era um mercado de créditos, que surgiu a partir do Protocolo de Kyoto, um acordo internacional que estabeleceu que os países desenvolvidos deveriam reduzir, entre 2008 e 2012, suas emissões de gases de efeito estufa.

Na época, houve muita especulação de que esse seria um grande mercado para negócios.

Tanto que a própria CME estava pronta para entrar de cabeça nele…

[CME se apressa o para aumento da negociação de créditos de carbono.
E bolsa está se preparando para lançar uma Bolsa Verde para contratos ambientais e tem grandes esperanças para negociação de créditos de carbono]

No entanto, após o conflito entre países sobre o acordo internacional, esse mercado acabou minguando.

E os créditos de carbono foram rapidamente esquecidos.

Mas esse não é um caso isolado. Aliás, está longe disso.

Outros boatos espalhados diariamente na internet alimentam as expectativas sobre o Bitcoin e elevam o seu preço.

Esses rumores citam que grandes empresas estariam prestes a aceitar o ativo digital como forma de pagamento.

Entre elas, a rede varejista Wallmart e a Amazon…

A verdade é que várias empresas que fizeram alarde ao aceitar, para aparecer na mídia, agora, recuam.

Suspendendo qualquer tentativa nesse sentido.

Entre elas também podemos citar OKCupid, Expedia.com, Virgin Atlantic e Holliday Inn.

Por isso, o Pedro Cerize reforça: você deve estar muito atento a esse tipo de notícia.

A verdade é que até agora nenhum player de peso realmente abraçou e passou a receber Bitcoins em larga escala.

E isso causa um efeito claro: Ninguém que comprou bitcoins está gastando bitcoins.

[“Bitcoin é a moeda mais quente do mundo, mas ninguém está usando”]

As pessoas simplesmente guardam os ativos em suas carteiras digitais, como um investimento de longo prazo…

E, claro, esperando ele se valorizar cada vez mais.

Logo, esse “investimento” vai causar um enorme prejuízo porque…

4. “O Bitcoin é um fenômeno social que
acontece de tempos e tempos”

Outros especialistas renomados também têm alertado, sem sucesso, para a perigosa bolha formada pela “moeda”.

Entre eles estão ganhadores do prêmio Nobel…

E aqui chegamos ao ponto mais crucial para provar que o Bitcoin não passa de uma bolha prestes a estourar…

A própria história das bolhas.

Basta analisá-las com alguma profundidade para perceber enormes semelhanças entre cada uma delas.

Principalmente como elas se formam e se desenvolvem até o estouro final…

São cinco as fases de uma bolha financeira, segundo estudos consagrados como o do economista Hyman Minsky.

Veja só como é fácil reconhecer em que estágio estamos na bolha do Bitcoin

1a Fase – Deslocamento

Os investidores buscam um fato novo excitante, como no caso de uma guerra ou uma nova tecnologia.

Ou quando há poucas opções de investimento – como acontece agora no Hemisfério Norte, onde os países têm taxas de juros zero, ou próximas disso.

Isso leva a uma busca desesperada por retornos maiores, fora dos investimentos tradicionais.

2a Fase – Boom

Os preços sobem devagar, mas ganham força conforme mais participantes entram no mercado.

Todos eles com medo de ficar de fora e perder a oportunidade.

3a Fase – Euforia

A razão e os fundamentos ficam de lado e os preços dos ativos disparam violentamente.

Exatamente como mostra o gráfico abaixo, com o preço do Bitcoin…

Sim. É isso mesmo… Se você tivesse comprado 1 Bitcoin em 19 de dezembro de 2016, teria pago 798 dólares por ele. Um ano depois, os preços dispararam e o seu valor atingiu 18 mil dólares.

A valorização foi de 2.155 por cento no período.

Agora dê só uma olhada no que aconteceu imediatamente antes do crash da Bolsa dos EUA, em outubro de 1929…

Percebe a semelhança entre os dois gráficos?

Outro fato que chama a atenção, e não só no caso do Bitcoin como também das chamadas criptomoedas como um todo, é o número desenfreado de lançamento de novas “moedas”, nos chamados ICOs (Initial Coin Offers).

Todo dia surgem dezenas desses ativos, criados sem nenhum propósito, como mostra o gráfico abaixo…

Exatamente como acontecia antes da crise de 1929, com o lançamento de centenas de IPOs de empresas sem nenhuma solidez.

4a Fase – Realização

Nesta etapa, os investidores mais experientes já notam os sinais de aviso de que a bolha vai estourar…

E, discretamente, realizam as suas posições.

Foi o caso do famoso investidor Joseph Kennedy, pouco antes da crise de 1929.

Ele salvou os seus milhões ao decidir vender todas as ações que possuía pouco antes do estouro da bolha.

Tudo porque identificou a tempo que até o mais humilde desconhecedor de Bolsa falava como um verdadeiro especialista no assunto, dando palpites sobre todo tipo de investimentos no pregão…

5a Fase – Explosão

Nesta última fase, os investidores menos experientes entram em pânico ao perceber que a bolha era óbvia…

E os preços despencam mais rapidamente do que os ativos conseguem ser vendidos.

Eles, então, viram pó.

E a situação já está tão clara com relação ao Bitcoin que algumas empresas de pesquisa financeira e consultoria, como a Birinyi Associates, já conseguem até analisar e quantificar o tamanho da bolha.

Segundo a Birinyi, por exemplo, o Bitcoin já seria a maior bolha da história – sem contabilizar a famosa bolha das tulipas, febre especulativa que aconteceu na Holanda, apostando no preço de bulbos dessas flores.

1.[“Bitcoin pode ser a maior bolha financeira de todos os tempos”]
2.[Bitcoin e as últimas bolhas financeiras]

No final, o gráfico do Bitcoin poderá ser muito parecido como este abaixo…

E que revela como se comportaram os preços durante a bolha das tulipas.

Percebe a alta brusca, seguida de queda violenta?

Isso também ocorreu com terrenos no estado americano da Flórida, na bolha da internet, na Companhia das Índias…

E, agora, está acontecendo diante dos seus olhos com o Bitcoin, ainda segundo o Pedro.

E tem mais… Muito mais…

Até aqui você já viu que:

✔ A bolha do Bitcoin pode estourar a qualquer momento;
✔ O prejuízo só no Brasil poderá ser da ordem de 3 bilhões de reais;
✔ O Bitcoin é insustentável, não é moeda ou forma de pagamento;
✔ Quem faz o alerta é Pedro Cerize, gestor que antecipou os últimos ciclos da Bolsa brasileira;
✔ Ele adverte que você PRECISA ter neste momento o ativo para ganhar em qualquer cenário.

Sim, o momento exige atenção redobrada.

E você precisa estar preparado para o que está por vir.

A fim de evitar qualquer tipo de contágio pelo estouro dessa bolha.

Para isso, o Pedro elaborou um material especial em que explica em detalhes qual é o racional por trás do colapso do Bitcoin…

Você também está prestes a descobrir como isso vai afetar a sua vida financeira, e, principalmente, ter acesso a…

O ATIVO QUE VAI FAZER VOCÊ GANHAR
NA PIOR DAS TEMPESTADES

Agora, sem mais demora, você precisa ter acesso ao ativo que vai fazer você lucrar em qualquer cenário, inclusive no caso de uma bolha de proporções gigantescas como a do Bitcoin.

Gostaria de compartilhar esse material com você.

Por favor, ao menos passe os olhos no trabalho seríssimo desenvolvido pelo Pedro.

Tenho convicção de que você terá toda a informação necessária à sua disposição para ganhar – e de forma simples.

Faça agora rigorosamente o que
Pedro Cerize está fazendo

Graças à sua resiliência, o Pedro não só sobreviveu às maiores tempestades político-econômicas da história do País, como antecipou os principais ciclos de supervalorização na Bolsa.

E o principal: quando ninguém se atrevia a sequer pensar nisso.

A última delas, em 2015, quando disse que o Ibovespa dispararia.

E aqueles que seguiram suas recomendações viram o principal índice da Bolsa brasileira dobrar sua pontuação.

Por isso, recomendei agora sua máxima atenção ao que ele tem a falar sobre o Bitcoin.

Mas foi mesmo em junho de 2004 que entrou definitivamente para a história do mercado, ao assinar uma carta corajosa aos cotistas de seu fundo.

Nela, antecipava que a Bolsa bateria 30 mil pontos em dólares…

Até aí tudo bem… Não estivesse o mercado em apenas 5.000 pontos à época.

Não por acaso, foi chamado de louco por muitos gestores, que garantiam que haveria um recuo, e não, uma supervalorização, para os 4.000 pontos.

Porque o que não falta por aí são engenheiros de obra pronta, aqueles que reivindicam algum tipo de acerto quando na verdade foram os últimos a prevê-los.

O resultado, na prática?

A “loucura” da tese do Pedro foi confirmada, com a Bolsa multiplicando sua pontuação por mais de 7 vezes, em um ciclo superior a 620% de alta.

Por isso, este novo alerta agora sobre O Fim do Bitcoin precisa ser encarado com muita seriedade.

Assim como a oportunidade oferecida a você de conhecer o ativo capaz de fazer você ganhar em qualquer cenário.

E esse alerta é restrito a um grupo seleto de pessoas no Brasil, como você neste momento.

Em pouco mais de dois meses à frente da newsletter Gritty Investor, na Inversa, o Pedro já identificou janelas de oportunidade fora do consenso.

E criou uma legião de seguidores, como o Daniel…

Olá Pedro, Escrevo esse e-mail como forma de agradecimento. Ao ler seu relatório, fiquei tentado a comprar calls dessa empresa. Com a notícia da condenação de lula e a valorização da BOVESPA como um todo, essas calls valorizaram 300%. Vendi a R$1,00 Meu muito obrigado. Daniel W.

E também o Fernando e o Mardey.

Caro Pedro, Obrigado por compartilhar o seu modo inteligente de ver o mundo. Se há alguém que tem idéias inovadoras sobre finanças, este alguém é você. Aguardo a sua série paga para virar cliente. Um abraço. Fernando A.
Pedro, Mais uma pedrada na minha caixa de email…. Não podia esperar menos! Meus parabéns pela clareza e sou muito grato por dividir conosco um pouco desse excedente de produção que você é capaz de produzir em forma de conhecimento. Abraço. Mardey W.

Você vai poder se juntar a cada um deles agora…

E, de quebra, ter acesso exclusivo aos detalhes sobre O Fim do Bitcoin e O Ativo Invencível, capaz de fazer você ganhar em qualquer cenário.

Neste momento, apenas uma série vai revelar esses pormenores.

Além de todos os cálculos e projeções que levam às recomendações do Pedro, também com a revelação do sistema do pêndulo político-econômico para seus investimentos.

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O nome da série não foi escolhido por acaso. Faz referência direta aos boletins emitidos pelo Pedro e que fizeram história no mercado financeiro.

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Rodrigo Carlini


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