Na Inglaterra, médicos conseguem separar gêmeas ligadas pela cabeça

Correio do Pantanal

17 jul 2019 às 03:55 hs
Na Inglaterra, médicos conseguem separar gêmeas ligadas pela cabeça

Por Jornal Nacional

Mais de cem profissionais de saúde trabalharam para separar irmãs unidas pela cabeça

Mais de cem profissionais de saúde trabalharam para separar irmãs unidas pela cabeça

Depois de nove meses de um trabalho delicadíssimo, médicos de um hospital da Inglaterra conseguiram separar duas gêmeas que nasceram com as cabeças grudadas.

As irmãzinhas Marwa e Safa nasceram literalmente unidas, mas nunca se viram. Dois crânios viraram um só. O médico diz que é um caso assim para cada dois milhões de bebês.

A equipe usou realidade virtual para criar uma réplica da estrutura craniana das meninas e entender a posição dos cérebros e dos vasos sanguíneos. Os médicos treinaram cada etapa do procedimento num modelo em 3D.

A chance de sobrevivência em cirurgias assim é de uma em cada dez milhões.

A primeira operação das meninas paquistaneses foi nove meses atrás. Semanas depois, mais uma. Em fevereiro, outra, sempre com o carinho do avô e o trabalho de cem médicos e enfermeiros. Depois de mais de 50 horas de centro cirúrgico, elas se separaram.

O caso foi abraçado por um hospital de Londres. Depois da última cirurgia, as meninas ainda passaram cinco meses no local, em observação. Só agora receberam alta, estão em casa, se recuperando, e bem.

Elas podem ter algumas sequelas intelectuais e no controle dos movimentos, mas hoje nada é mais importante que a nova foto da família.

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