Mãe e padrasto de criança que morreu por suspeita de maus-tratos são presos em Corumbá, MS

Correio do Pantanal

27 fev 2018 às 06:38 hs
Mãe e padrasto de criança que morreu por suspeita de maus-tratos são presos em Corumbá, MS

Menino deu entrada em hospital com parada cardiorrespiratória e hematomas nas pernas e barriga no último dia 17 de fevereiro.

Mãe e padrasto de criança que morreu por suspeita de maus-tratos são presos em Corumbá

Mãe e padrasto de criança que morreu por suspeita de maus-tratos são presos em Corumbá

A mãe e o padrasto da criança de 1 ano e 7 meses que morreu no dia 17 de fevereiro foram presos nesta segunda-feira (26). O casal é suspeito de maus-tratos a Rian Vinícius que foi para o pronto-socorro da Santa Casa de Corumbá com parada cardiorrespiratória e hematomas nas pernas e barriga.

No atestado de óbito que está com a família, a causa da morte está como trauma abdominal fechado – ferimento interno no abdômen. Mas o delegado Pablo Gabriel Farias afirma que o laudo da morte aponta que a causa foi espancamento.

Hematomas pelo corpo de Rian Vinícius que morreu horas depois de chegar ao hospital de Corumbá (MS) (Foto: Reprodução/TV Morena)

Hematomas pelo corpo de Rian Vinícius que morreu horas depois de chegar ao hospital de Corumbá (MS) (Foto: Reprodução/TV Morena)

Milena Oliveira de Souza e Jonatan Contreras do Espírito Santo foram localizados na região central da cidade e levados para a 1ª Delegacia de Polícia, onde devem prestar depoimento nesta tarde. No dia em que a criança deu entrada no hospital, a mãe procurou atendimento dizendo que o filho estava vomitando um líquido branco. Horas depois a criança morreu.

Apesar de Milena negar agressões ao filho filho, os vizinhos próximos à casa onde o garoto morava com a mãe, no bairro Guana 2, afirmaram que ouviam sempre o choro da criança.

A coordenadora do Conselho Tutelar, Kamila Castelo, afirma que nunca houve denúncia sobre o Rian e que o garoto era acompanhado por outro projeto do município.

A criança também passou por avaliação social no dia 29 de novembro na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), mas a mãe não levou mais a criança à instituição. No dia 3 de janeiro a Apae começou uma busca sem sucesso por informações sobre Rian.

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