De MS, jovens criam empresa de games e participam da maior feira do segmento

Correio do Pantanal

16 out 2018 às 12:18 hs
De MS, jovens criam empresa de games e participam da maior feira do segmento

Jogo “Adore” foi lançado pelo grupo, testado e elogiado por especialistas

Por LEANDRO ABREU

Durante a feira, jogadores, especialistas e imprensa do setor testaram os game “Adore”, criado para o evento e que deve ser lançado em breve pela Cadabra. “Feedback da feira foi sensacional. A gente não esperava que fosse tão grande assim, repercutiu bastante, tanto com os players que testaram o jogo, a imprensa, receptividade com a nossa proposta que é um game play diferenciado na mecânica de controle, foi bem legal. A gente tava ansioso para saber como ia ser, mas a receptividade foi muito boa. Boa tanto dos players, da galera que visita. Mas também dos desenvolvedores, da galera especializada em games”, comentou Diogo Carneiro, ilustrador do game.

Criada em novembro do ano passado, a Cadabra tem atuação basicamente na produção de jogos próprios. “Adore” é o primeiro jogo da empresa que participou pela primeira vez da BGS.

Antes de novembro, nenhum dos três componentes trabalhava na área de games. “Ninguém da equipe tinha experiência em games antes do projeto. Eu sou produtor do game e venho da área de administração, voltado para finanças. Diogo Carneiro, que é o ilustrador e game designer, também nunca tinha trabalhado na área de games, mas tem uma experiência de 10 anos na área de ilustração.

Thiago Targino é o programador e também não tinha experiência na área de games. Ele está na faculdade de engenharia de computação”, detalhou Thiago Carneiro ressaltando que todos são gamers desde pequeno apenas por hobbie.

O game “Adore” foi testado e comentado no site IGN Brasil, um dos maiores do segmento nacional. “Adore é um RPG de ação para PC cujo visual é inspirado em jogos como Bastion, Dota e League of Legends. A ideia para a mecânica principal, no entanto, veio de games baseados em controles de múltiplas unidades, como StarCraft. O protagonista, Lukha, não ataca inimigos. Em vez disso, ele captura e evocar criaturas para se proteger. Há duas maneiras de fazer isso: em grandes estátuas localizadas em pontos específicos do mapa, nas quais você gasta as moedas obtidas ao destruir objetos e eliminar inimigos; ou capturando os próprios inimigos.”, cita a matéria.

“Como esse foi nosso primeiro jogo, a gente não tinha noção do tempo de produção que levava para fazer. E a gente também veio de áreas diferentes, ninguém mexia com jogos, ai com essa experiência de 11 meses que a gente demorou para criar esse jogo, a gente vai voltar para Campo Grande, dar uma analisada e estudada em todo processo, quanto tempo durou, cada etapa de produção, para conseguir ter um planejamento bacana, com uma experiência sólida. Agora a gente sabe quanto tempo leva. E conseguir planejar uma data viável e com uma quantidade de conteúdo que a gente queira. O legal é que mesmo a gente sendo de Campo Grande, no interior do Brasil, o nosso mercado é internacional. O nosso foco é, quando for lançar o jogo, lançar mundialmente. A loja [virtual] é mundial. O cara lá da Rússia consegue comprar nosso jogo”, finalizou o ilustrador.

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