Após ser ferido por cachorro, porco-espinho é resgatado por populares na Vila Bela

Correio do Pantanal

4 abr 2018 às 10:53 hs
Após ser ferido por cachorro, porco-espinho é resgatado por populares na Vila Bela
Foto: Maikon Leal

Um porco-espinho deu um enorme trabalho na noite desta terça-feira (03) para alguns moradores da rua Amor Perfeito, no bairro Vila Bela, em Coxim.

Foto: Maikon Leal

Primeiro, o animal invadiu a residência do aposentado João Cardoso de Freitas, de 95 anos e acabou sendo ferido por seu cachorro que também não se saiu bem da situação. O porco-espinho subiu na antena parabólica da casa do aposentado e acabou caindo, onde foi mordido pelo cão que  ficou com vários espinhos cravados na boca e focinho.

Alguns moradores da rua saíram de suas casas para presenciar a cena e acabaram ajudando a colocar o animal dentro de uma caixa de “papelação” e depois na garupa da bicicleta do serviços gerais Valdino de Oliveira Nascimento, de 47 anos, que se comprometeu a levar o porco-espinho e soltá-lo na reserva do 47º BI (Batalhão de Infantaria), as margens da MS-223 entre Coxim e Silviolândia.

Porco-espinho – O porco-espinho é um roedor coberto por espinhos afiados. Os espinhos são pêlos duros com cerca de 7,5 centímetros, que funcionam como uma armadura para proteger o animal. Muitas pessoas acreditam que o porco-espinho seja capaz de atirar seus espinhos para longe, mas isso não é verdade.

Foto: Maikon Leal

Quando ameaçados, os porcos-espinhos podem grunhir ou bater as patas traseiras como sinal de perigo. Eles também arrepiam os espinhos e os agitam. Eles se desprendem facilmente e podem atingir a pele do inimigo, ferindo seriamente ou até matando outros animais.

Sua cor varia de marrom-acinzentado a marrom-escuro ou enegrecido. Os espinhos geralmente são brancos, com pontas pretas ou faixas em amarelo, laranja ou preto. Alguns porcos-espinhos têm mais de 30 mil espinhos.

O porco-espinho se alimenta basicamente de vegetais. Alguns gostam de comer as camadas sob a casca das árvores, podendo danificar a planta. Outros comem raízes e frutas e podem arruinar plantações.

Foto: Maikon Leal
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