Vaticano admite demitir funcionários que não queiram ser vacinados
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Correio do Pantanal

18 fev 2021 às 15:59 hs
Vaticano admite demitir funcionários que não queiram ser vacinados
Vatican já lançou uma campanha de vacinação contra a covid-19 entre os seus residentes
Vatican já lançou uma campanha de vacinação contra a covid-19 entre os seus residentesFoto: AFP

JN/AgênciasHoje às 15:11

O Estado do Vaticano advertiu os seus funcionários que se recusarem a ser vacinados contra o coronavírus podem ter consequências como a demissão, por estarem a “colocar em risco a saúde pública”.

presidente da Comissão Pontifícia do Estado da Cidade do Vaticano, Giuseppe Bertello, assinou um decreto com medidas para enfrentar a emergência de saúde pública, no qual explica que haverá sanções económicas para quem não cumprir essas normas, entre as quais a vacinação.

Se os funcionários persistirem na intenção de não serem vacinados é possível que possam perder o vínculo de emprego se não tiverem “motivos comprovados de saúde”.

Vaticano lançou uma campanha de vacinação em janeiro entre seus quase 800 residentes e os seus mais de três mil funcionários e suas famílias.

As sanções previstas no Artigo 6 referem-se a uma lei do Vaticano de 2011, que já previa que os funcionários do Vaticano que não se submetessem a “exames médicos oficiais” teriam consequências que poderiam ir até ao término da relação contratual de trabalho.

Tanto o Papa Francisco, 84 anos, quanto o Pontífice Emérito Bento XVI, 93 anos, receberam a segunda dose da vacina contra o coronavírus e estão imunizados.

Diretoria de Saúde e Higiene da Cidade do Vaticano reservou cerca de dez mil vacinas da empresa farmacêutica Pfizer para sua campanha de vacinação, que começou em 13 de janeiro.

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