Como a polícia desvendou contrabando de R$ 40 milhões em marfim e chifres de rinoceronte no Quênia
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Correio do Pantanal

2 fev 2021 às 21:11 hs
Como a polícia desvendou contrabando de R$ 40 milhões em marfim e chifres de rinoceronte no Quênia

27 janeiro 2021

Um close da presa de um elefante
Legenda da foto,O marfim ilegal foi supostamente vendido a clientes em Nova York e no sudeste da Ásia

Um queniano disse ser inocente em um tribunal dos Estados Unidos após ser acusado por tráfico ilegal de marfim e chifres de rinoceronte.

Mansur Mohamed Surur é apontado por fazer parte de uma “conspiração internacional” responsável pela matança de mais de 100 elefantes e dezenas de rinocerontes, afirmam promotores federais em Nova York.

A estimativa é que a quadrilha tenha acumulado um montante que chega a US$ 7,4 milhões (cerca de R$ 40 milhões) ao longo de sete anos.

Algumas exportações eram feitas escondidas em “peças de arte como máscaras e estátuas africanas”, apontam documentos judiciais.ADVERTISEMENThttps://5c2479b0cee3356d8ea26e81bf424339.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

O dinheiro era pago de e para clientes estrangeiros por meio de “transferências eletrônicas internacionais, algumas enviadas por meio de instituições financeiras dos EUA”, afirmam os promotores.Pule Talvez também te interesse e continue lendoTalvez também te interesse

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Surur foi preso em 2020 na cidade queniana de Mombasa e extraditado para os EUA a fim de ser julgado em Nova York. Ele também enfrenta acusações de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

Elefante em Mara North, no Quênia
Legenda da foto,Quadrilha teria contrabandeado R$ 40 milhões em marfim e chifres de rinocerontes

Ele e três outros — Amara Cherif, da Guiné, Moazu Kromah, da Libéria e Abdi Hussein Ahmed, do Quênia — são acusados ​​de fazer acordos de vendas ilegais de marfim com compradores em Manhattan, além de outras pessoas no sudeste asiático.

Eles estão todos nos EUA, exceto Ahmed, que “continua foragido”, disse o Departamento de Justiça americano.

Telefonemas e mensagens nas quais 3 dos 4 homens supostamente discutem preços e métodos de pagamento com um cliente são citados em documentos judiciais.

A investigação aponta que a rede estava sediada em Uganda, mas envolvia outros países — entre eles a República Democrática do Congo, Guiné, Quênia, Moçambique, Senegal e Tanzânia.

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