Fronteira entre Brasil e Bolívia, em Corumbá, é reaberta após 21 dias fechada
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Correio do Pantanal

13 nov 2019 às 07:03 hs
Fronteira entre Brasil e Bolívia, em Corumbá, é reaberta após 21 dias fechada

Veículos já trafegam normalmente entre os dois países. Não há mais bloqueios em frente à aduana.

Por TV Morena

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Após 21 dias, fronteira entre Brasil e Bolívia é liberada em Corumbá, no MS

Após 21 dias, fronteira entre Brasil e Bolívia é liberada em Corumbá, no MS

A fronteira entre Brasil e Bolívia, em Corumbá, a 414 quilômetros de Campo Grande, amanheceu reaberta nesta quarta-feira (13). Foram 21 dias de proibição de tráfego de veículos entre os dois países, pela aduana.

O caminhão que foi colocado atravessado pelos manifestantes em frente à aduana, já foi retirando. Ainda há entulhos por lá, porém, não impedem a passagem de veículos.

A fronteira foi reaberta três dias após a renúncia de Evo Morales, que era uma das exigências dos manifestantes. Morales renunciou ao cargo de presidente no domingo (10). Ele agora está no México, onde chegou terça-feira (12). O país lhe concedeu asilo.

Por causa da manifestação de bolivianos, o comércio de Corumbá registra prejuízos. Segundo a Associação Comercial e Industrial do município, a perda é de R$ 300 mil diariamente. Além disso, 40 transportadoras internacionais estão sendo afetadas.

Protesto

Grupos de manifestantes na Bolívia estão se posicionaram também contra o segundo colocado nas eleições presidenciais do país, Carlos Mesa. Eles chegaram a propor uma nova eleição em que seja proibida a participação dos dois candidatos mais votados. Os protestos por essa proposta se concentraram em La Paz e em Cochabamba.

Os protestos começaram na madrugada do dia 23, alguns dias depois das eleições presidenciais bolivianas. O Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) da Bolívia anunciou em 26 de outubro a reeleição de Evo Morales com apuração de 100% das urnas.

A eleição ocorreu em 20 de outubro. O processo teve uma polêmica, já que havia dois métodos de apuração: um deles, o preliminar, era mais rápido, enquanto o outro, voto a voto, transcorria mais lentamente.

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