Sem nome e sem rosto: a história do traficante que conseguiu fugir da polícia por mais de 30 anos

Correio do Pantanal

21 mar 2021 às 23:38 hs
Sem nome e sem rosto: a história do traficante que conseguiu fugir da polícia por mais de 30 anos

Conheça a verdadeira identidade do megatraficante brasileiro ‘Cabeça Branca’ que acumulou um patrimônio de R$ 1 bilhão.

21/03/2021 21h51  Atualizado há uma hora


Criminoso sem nome e sem rosto: traficante conseguiu fugir da polícia por mais de 30 anos

Criminoso sem nome e sem rosto: traficante conseguiu fugir da polícia por mais de 30 anos

Correção: o ex-radialista paraguaio Enrique Ramon Galeano foi abandonado por bandidos depois de ser sequestrado e torturado. Não houve ‘fuga’, como foi dito na reportagem.

Como um megatraficante brasileiro conseguiu fugir da polícia por mais de 30 anos? Para os policiais, ele era uma espécie de fantasma, mas a violência com que ele agia era bem real. Luiz Carlos da Rocha, chamado de “Cabeça Branca”, tinha uma foto antiga como única pista na polícia. Ele cresceu em uma família de contrabandistas, e seguiu o mesmo caminho. Por volta de 1980, quando morava em Londrina, no Paraná, levava ilegalmente toneladas de café para o Paraguai.

O jornalista Allan de Abreu lança esta semana o livro “Cabeça Branca, a caçada ao maior narcotraficante do Brasil”. Foram três anos fazendo pesquisas e entrevistas para traçar a trajetória do criminoso.

“Ele é, de longe, o maior narcotraficante da história do Brasil. A Polícia Federal calcula que, para o Brasil, ele enviava pelo menos 5 toneladas de cocaína por mês”, conta o jornalista.

Com tantos crimes, com tanta droga indo de um país para o outro, por que cabeça branca nunca era preso? Veja no vídeo acima.

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