9 jun 2018 às 10:03 hs
Sistema de ambiente de trabalho compartilhado cresce em Mato Grosso do Sul

Pioneiro no sistema em Campo Grande abriu uma segunda unidade devido a expansão do mercado.

 

G1,

Conectivo, que começou a funcionar em janeiro de 2016 acaba de abrir uma segunda unidade de coworking em Campo Grande (Foto: Rodrigo Marques/Conectivo)

O Coworking, um sistema em que o ambiente de trabalho é compartilhado, está crescendo em Campo Grande. Profissionais e negócios tradicionais começam a aderir aos modelo, tanto que o pioneiro na atividade na capital sul-mato-grossense, o Conectivo, que começou a funcionar em janeiro de 2016 acaba de abrir uma segunda unidade.

Com design autoral, rico em originalidade, cuidado, tecnologia e sustentabilidade, novo espaço aposta na inspiração como ambientes de trabalho realmente motivadores.

“O trabalho em ambiente compartilhado é uma realidade lá fora e aqui também. Expandir era o caminho natural para recebermos mais pessoas e empresas. Porém, mais que isso, hoje nosso propósito está em reinventar o conceito de ambientes de trabalho em Campo Grande, inspirando outros negócios a criarem ambientes estimulantes e despertando o orgulho das pessoas de trabalharem nestes locais”, diz Josué Sanches, idealizador do Conectivo Coworking.

“A motivação pode ser um componente interno e individual, mas o estímulo é externo. Se o ambiente de trabalho tiver a dose certa, o estímulo vai gerar resultados impressionantes. Empresas como o Google já deram esse exemplo há muito tempo. Para novos empreendedores, autônomos e pequenos times, esse componente é ainda mais necessário, uma vez que os resultados dependem exclusivamente dessa automotivação e estímulos constantes. É por esse motivo que queremos reinventar o conceito de ambientes de trabalho na capital, oferecendo uma estrutura inspiradora e estimulando outros negócios a pensarem e investirem nisso”, acrescenta.

Em destaque na nova unidade está o factory design (design industrial), conceito que nasceu da transformação de velhos galpões no Brooklyn, em Nova York, e de áreas desvalorizadas em ambientes de trabalho descolados e geniais. “Ao entrar na unidade 2, localizada no 14° andar de um edifício corporativo na avenida Afonso Pena, você é imediatamente atraído para o teto; o forro de 120 m2 foi removido, deixando a laje exposta. O design industrial, que já tinha sido uma referência na primeira unidade, agora surge ainda mais presente aliado a tendência do ‘Faça Você Mesmo’”, explica o empreendedor.

“Embora eu seja publicitário, sempre fui um curioso da Arquitetura e um entusiasta do DIY, por isso, apostamos no design autoral criando algumas composições e botando a mão na massa pra ter uma dose de originalidade e conexão com o conceito da marca”, revela.

Tecnologia e Sustentabilidade

Para otimizar e reduzir o uso de recursos como a energia, facilitar o controle e gerar uma experiência melhor para os usuários, toda a iluminação e climatização foram automatizadas. A iluminação do ambiente compartilhado liga e desliga sozinha com horários definidos e pode ser controlada remotamente por aplicativo. O mesmo acontece com os aparelhos de ar condicionado. Reserva da sala de reunião, lançamento de consumos de produtos e impressões também são feitos de forma online ou pelo tablet instalado no local. E para aumentar a segurança e dar autonomia aos residentes, o acesso ao ambiente é feito via biometria.

Além de incentivar a adoção de hábitos conscientes, como a separação do lixo, a utilização da energia e da água de forma sustentável, buscou-se trazer ainda mais “vida” para o ambiente de trabalho com a adoção da planta Jibóia, uma espécie de trepadeira que se adapta bem em locais com pouca luz. Dezenas delas foram colocadas no centro do espaço. A expectativa é que elas cresçam e se enrolem na estrutura por toda a sala. Para mais informações sobre acesse a página do Conectivo, clicando aqui!

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