11 ago 2018 às 10:25 hs
MS recebe 80 mil turistas estrangeiros por ano, diz ministro

Ministro do Turismo participa de evento do Prodetur + turismo, programa de desenvolvimento de turismo mantido pelo governo federal

Izabela Sanchez e Anahi Gurgel

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O ministro do turismo, Vinicius Lummertz, participa, nesta sexta-feira (10) de evento do Prodetur (Programa Nacional de Desenvolvimento e Estruturação do Turismo), mantido pelo governo federal. Em Campo Grande, o ministro afirma que o turismo tem crescido mais que a economia e declarou que Mato Grosso do Sul recebe 80 mil turistas estrangeiros por ano.

Lummertz anuncia linha de crédito do Ministério, que oferece até R$ 5 bilhões para entes federados e empresas. Em Mato Grosso do Sul, ele anunciou a liberação de R$ 10 milhões para os municípios de Bonito e Bodoquena.

“Nós lançamos hoje uma rodovia nova, junto com o Ministério dos Transportes, e nós temos uma linha de crédito que não tem limite para que possa ser feita a tomada do crédito com três anos de carência e vinte anos para pagar. Ou seja, pode financiar qualquer projeto, inclusive o aquário, qualquer projeto que tenha viabilidade econômica. Se tem condição de atrair turismo, então é muito bom para linha de crédito”, comentou.

Segundo o ministro, há uma demanda dos municípios de Mato Grosso do Sul de R$ 60 milhões, além de R$ 10 milhões de pequenos e médios empresários. “Nós esperamos que, agora, com as novas rodadas de hoje e rodadas futuras nós teremos mais demandas. Nós vamos encaminhar essas demandas para que o patamar de investimentos suba aqui em Mato Grosso do Sul porque tem potencial, tem um potencial importante, mas precisa de investimento. Precisa organizar esse nível de endividamento para que o turismo seja beneficiado”, declarou.

Mais turistas – Hoje o Brasil recebe cerca de 6,6 milhões de turistas internacionais ao ano. O objetivo é dobrar esse número, conforme o ministro. Lummertz também declarou que o turismo interno é forte no país. Segundo o ministro, o desafio é melhorar a estrutura e para receber os turistas.

“Existe um turismo relevante interno e da região, mas nós precisamos de mais conectividade aérea, com voos mais baratos, por isso as reformas estão sendo propostas. Nós estamos já com companhias de baixo custo vindo voar para o Brasil”, comentou.

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