27 set 2018 às 11:06 hs
Missionário brasileiro acusado de desviar dois biliões de kwanzas

Kwanzas

  |  DR

A situação forçou a convocação de um congresso extraordinário da Igreja Messiânica, previsto para 26 de Outubro deste ano, cujo objectivo é a destituição da actual direcção dirigida pelo acusado cidadão brasileiro Cláudio Pinheiro. Este, contactado sobre o assunto, via telefone, remeteu-se ao silêncio.

Segundo apurou O PAÍS de fonte da Igreja Messiânica Mundial África (IMMA) em Angola, contra Cláudio Pinheiro pendem acusações de ter desviado mais de dois bilhões de Kwanzas, em nove anos, ou seja, desde 2009, altura em que assumiu a direcção desta igreja.

Este dinheiro, resultante das colectas das seis regiões eclesiásticas, chamou a si a gestão, e nunca prestou contas à direcção da IMMA por razões que a fonte disse desconhecer, apesar de várias solicitações dos seus principais colaboradores.

Por esta razão, segundo a fonte, foi constituída uma Comissão de Salvação da Igreja Messiânica em Angola, constituída por 11 ministros, para a preparação do conclave extraordinário que elegerá o novo responsável máximo da igreja em Angola.

Contra o missionário pendem ainda acusações de má gestão, racismo e desprezo aos pastores ou missionários nacionais, a favor dos da nacionalidade brasileira, cuja situação provocou, faz tempo, uma série de deserções de fiéis e responsáveis com altos cargos de direcção na igreja.

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