19 ago 2018 às 18:05 hs
Camarim Politico
Willams Araújo
Perfil

A grande expectativa das lideranças políticas e de eleitores é para saber o comportamento do deputado estadual Júnior Mochi durante a campanha. Candidato ao MDB ao governo de Mato Grosso do Sul, o presidente da Assembleia Legislativa é aliado de primeira hora do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que busca a reeleição. Resta saber se irá prevalecer o conhecido provérbio: “amigos, amigos, negócios a parte”.

Só que não!
Só que não!

Ainda que os emedebistas mais otimistas acreditem na vitória do partido na difícil disputa ao Parque dos Poderes, analistas observam que a candidatura de Mochi foi construída pelas principais lideranças partidárias com objetivo de montar o palanque do partido, uma estrutura viável para dar suporte aos candidatos aos cargos proporcionais (deputados estaduais e federais). Há quem diga, contudo, que Mochi tem um pé no Tribunal de Contas do Estado na eventualidade de reeleição de Azambuja.

Chá de sumiço

Sumidaço da mídia, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, nunca mais falou das ações do governo e nem deu palpite sobre as eleições presidenciais e ao governo de Mato Grosso do Sul, onde tem base fincada. Parece que o puxão de orelha dado pelo seu poderoso chefão, Temer, deu certo.  A última aparição dele na imprensa foi em 9 de agosto quando falou de sua preocupação com a proposta de aumento de 16,38% nos salários dos ministros do STF, aprovada pelos próprios integrantes da Corte.

Partido fantasma

Só faltava mais essa. Com vergonha das gestões e mandatos de correligionários, existem candidatos escondendo a legenda à qual pertencem nos santinhos e vídeos divulgados nas redes sociais e em grupos de WhatsApp. Isso tudo mesmo com as exigências do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Imagina se o cara, por exemplo, quer andar por ai em sua campanha com a sigla do PT.

Fim de linha

O Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) emitiu um documento que sugere ao governo brasileiro que reconheça os direitos políticos do ex-presidente Lula. Ocorre que o Líder xiita foi condenado a 12 anos e um mês de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso do triplex em Guarujá. É o fim da picada!

ATENÇÃO: Comente com responsabilidade, os comentários não representam a opnião do Jornal Correio do Pantanal. Comentários ofensivos e que não tenham relação com a notícia, poderão ser retirados sem prévia notificação.