19 nov 2018 às 12:59 hs
Almir Sater comemora 2º Grammy Latino de melhor álbum de raízes brasileiras

Com o álbum +Ar, Almir e Renato Teixeira levaram o segundo prêmio na mesma categoria

Ângela Kempfer
Renato e Almir em foto de divulgação do álbum +Ar.
Renato e Almir em foto de divulgação do álbum +Ar.

Depois de levar o Grammy Latino em 2016 com o CD AR, Almir Sater e Renato Teixeira repetem o feito com a continuação do trabalho. O álbum “+AR” venceu novamente em 2018, na categoria Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras.

Disputavam o título a cantora e compositora pernambucana Anastácia, com o projeto “Daquele Jeito”, a fadista portuguesa Mariza com o álbum “Mariza”, a cantora portuguesa Sara Tavares e o CD “Fitxadu”, e os instrumentistas gaúchos Renato Borghetti e Yamandu Costa com o álbum “Borghetti Yamandu”.

Hoje, os dois vivem em Mato Grosso do Sul, porque recentemente Renato se mudou para Dourados.

No fim de semana, durante show no interior de São Paulo, Almir comentou mais esse reconhecimento internacional.

“Ganhamos o prêmio com o CD ‘Ar’ e isto é apenas uma continuação desse projeto que criou um espaço próprio. O CD foi um prazer fazer, para jogar os instrumentos, para criar e o resultado foi realmente bom”, comentou Almir.

O produtor musical do álbum, o estadunidense radicado no Brasil, Eric Silver, também agradeceu aos fãs pela torcida. Ele conta que os dois ficaram sabendo da vitória antes do show em Bonito, na semana passada e vibraram bastante.

“Que emoção saber que algo que colocamos tanta energia e amor foi tão bem recebido… Apesar de não fazermos os nossos projetos para ganhar nada, é sempre bom conseguir um sinal que todos vocês gostaram”, postou Eric nas redes sociais.

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