Covid: cidade paraguaia na fronteira com Brasil começa imunização com doses da vacina russa Sputnik V
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Correio do Pantanal

23 fev 2021 às 16:37 hs
Covid: cidade paraguaia na fronteira com Brasil começa imunização com doses da vacina russa Sputnik V

Imunização em Pedro Juan Caballero começou nesta segunda-feira (22) após Paraguai receber na última semana 4 mil doses da vacina russa.

Por Flávio Dias/G1MS e Martim Andrada/TV Morena

23/02/2021 16h34  Atualizado há uma hora


Enfermeiro é o primeiro a receber dose da vacina russa Sputnik V, em Pedro Juan Caballero, no Paraguai. — Foto: Hospital Regional de Pedro Juan Caballero/Divulgação

Enfermeiro é o primeiro a receber dose da vacina russa Sputnik V, em Pedro Juan Caballero, no Paraguai. — Foto: Hospital Regional de Pedro Juan Caballero/Divulgaçãohttps://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

A cidade de Pedro Juan Caballero, vizinha a Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, começou a imunizar profissionais da saúde contra a Covid-19 na manhã dessa terça-feira (23). Segundo o hospital regional da cidade, um enfermeiro foi o primeiro a receber a dose da vacina russa Sputnik V.

Conforme a unidade de saúde, o enfermeiro Francisco Contrera, de 34 anos, foi a primeira pessoa a ser vacinada. Ele trabalha no Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do próprio hospital.

De acordo com a secretaria de saúde de Pedro Juan Caballero, a cidade recebeu 70 doses e cerca de 35 profissionais de saúde da UTI do pavilhão de contingencia do hospital receberão as duas doses do imunizante.

Na última semana o Paraguai recebeu o primeiro lote da vacina com 4 mil doses da russa Sputinik V.

A fronteira do Brasil com o Paraguai foi reaberta em outubro de 2020, após ficar quase sete meses fechada por causa da pandemia do novo coronavírus. A imunização do país vizinho é essencial para maior segurança sanitária na fronteira, que reflete na economia local.

Segundo o secretario adjunto de saúde de Ponta Porã, Antônio Frederico de Souza Moraes, os paraguaios com dupla nacionalidade, também chamado de brasiguaios, já chegaram a ocupar 30% dos leitos de UTI do hospital da cidade.

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